Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Mundo Interessante

Mundo Interessante

Tibério Graco

Estou a assistir a um documentário no canal Odisseia sobre o romano Tibério Graco, e é incrível a moralidade cristã que passa no documentário. O facto de historiadores terem ajudado a escrever esta falsidade é vergonhoso! Tibério foi um tirano que se apoiou na plebe, prometendo uma reforma agrária. Ele queria o poder, não queria libertar a plebe da opressão. No documentário ele surge como o defensor dos pobres. Mas quanta mentira! Os republicanos (aristocratas), por sua vez, são retratados como seres gananciosos e mesquinhos (como burgueses, bem vistas as coisas). Todo o documentário é falso, todo ele é cristão! Tibério Graco foi, pura e simplesmente, um tirano que queria ser rei.

Grande Guerra

Passam 100 anos da Grande Guerra, uma guerra onde táticas do século XIX colidiram com armas do século XX. Milhões de soldados morreram nas batalhas das trincheiras, seus corpos desvitalizados nas terras de ninguém. O Império Alemão caminhava para o seu fim, algo destinado devido à sua barbárie. Filósofos do século do liberalismo já tinham avisado os alemães para abandonarem a política do II Reich. A morte e a desolação castigou a surdez e a arrogância. O Império tombou.

VAMOS ECONOMIZAR ENERGIA?

No mundo exstem milhões de semáforos controladores de trânsito nos cruzamentos.


 


A energia gasta nesta sinalização luminosa é considerável e poderia ser economizada em grande parte, mais que 60% pelo menos, sem nenhum prejuizo para o sistema.


 


Todos os indicadores, verde, amarelo e vermelho, poderiam "piscar" numa razão 35% X 65%, ao invés de ficarem acesos continuamente.


 


O fato dos semáforos piscarem acaba chamando mais a atenção dos motoristas e pedestres.


 


A implantação deste recurso é muito simples e custaria o equivalente ao consumo de energia de apenas um mês destes sistemas;

Novo Banco

Esta brincadeira com as palavras e com o dinheiro, onde o BES se divide em Novo Banco e Bad Bank, tem apenas um desfecho, tão inevitável quanto a aurora diária: uma nova crise em Portugal, onde o omnipresente Zé Povinho vai pagar a fatura, ou pelo menos uma parte dela. Novo Banco, Velha Crise...

O Estado criminoso de Israel

O exército israelita continua a matar crianças palestinianas a torto e a direito, utilizando a velha tática do terror para quebrar a moral dos palestinianos. Esses israelitas são terroristas e criminosos! Os Estados Unidos continuam a defender o seu aliado Israel, indiferentes aos mortos do lado palestiniano. Há uns tempos atrás Obama, o grande demagogo e hipócrita, acusou a Síria de matar crianças, mas agora a sua boca falsa permanece em silêncio. Tanto Israel como os Estados Unidos estão constantemente a discursar sobre moralidade, mas ambos utilizam constantemente métodos imorais para atingirem os seus fins: o Poder.

ALPHONSUS GUIMARAENS

Alphonsus Guimaraens, pseudônimo de Afonso Henrique da Costa Guimarães (Ouro Preto, 24 de julho de 1870 — Mariana, 15 de julho de 1921) foi um escritor brasileiro. A poesia de Alphonsus de Guimaraens é marcadamente mística e envolvida com religiosidade católica.


Tomei conhecimento deste escritor há bem pouco tempo, quando passava por uma estação do Metrô de São Paulo, que exibia numa parede entre outra obras, esta sua linda poesia.


 


Ismália


 


Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...

Uma Viagem pelo Universo

Subindo a bordo da nossa nave espacial imaginária, deixamos a Terra e viajamos rumo às estrelas. Da nossa bendita janela observamos os vulcões de Io e as magníficas montanhas de Miranda. Mais longe ainda, rumamos a Alfa de Centauro, onde observamos a dança mágica das três estrelas, unidas num invisível abraço gravitacional, com os seus planetas de fogo e gelo. Mas quanta vida existe nesta imensidão! Mas quantas maravilhas superiores às maravilhas terrestres! Planetas com montanhas de diamante, planetas com um único gigantesco oceano e sem terra, luas onde chove ferro líquido e cometas que destroem civilizações extraterrestres sem piedade. O nosso Universo é infinito em riquezas e em abundância de coisas sublimes.


 


A Gravidade em Três Contextos

A gravidade, ou por que as coisas caem, é um assunto 


grave, isto é: sério.


 


Esse fenômeno natural desafia a compreensão humana. A
gravidade pode ser abordada através de três ramos do
conhecimento humano, ou trilogia.


 


Trilogia: filosofia, religião e ciência.


 


Para circunscrever cada um desses campos do
conhecimento, inevitavelmente temos nos apoiar na
filosofia.


 


A filosofia é limitada pela razão. Além da razão, a
filosofia é apenas loucura.


 


A religião é limitada pela fé. É preciso crer para ver.
Porém, ver tudo como do milagre é muito cômodo, pois
não dá trabalho nenhum ao intelecto.


 


A ciência é limitada pela experiência. A experiência é
aceita como fato. Além do fato, a ciência é apenas
especulação.


 


A Anulação da Gravidade


 


No contexto religioso, a anulação da gravidade é uma
coisa comum. Anjinhos flutuam no espaço.


 


No contexto filosófico, a anulação da gravidade é apenas
a anulação de um conceito. A idéia de gravidade de
Aristóteles é uma nulidade.


 


No contexto científico, a anulação da gravidade é apenas
uma possibilidade. Antes disso, é necessário entender o
que é gravidade.



A Evolução do Conceito de Gravidade na Ciência.


 


O estudo sistemático da gravidade deu origem ao método 


científico, desenvolvido por Galileu.


 


Newton, "apoiado em ombros de gigantes", desenvolveu uma
rigorosa descrição matemática sobre o tema.


 


Bem, depois vem Einstein... e aqui começa a especulação.
Onde estão as provas?


 


A gravidade einsteniana é a visão complementar da
realidade. Einstein conseguiu ver um grão de areia "ao
contrário", isto é: vê-se tudo, menos o grão de areia.


 


O conceito espaço-tempo einsteniano exigiu o
desenvolvimento de uma matemática titânica, acessível a
poucos mortais, ou talvez, a nenhum deles.


 


A descrição da gravidade através do conceito
espaço-tempo fundamenta-se bases religiosas. É
necessário "aceitá-la".



Mas, se considerarmos a gravidade como um efeito de
espaço/tempo, isto é: VELOCIDADE EM CONSTANTE
ACELERAÇÃO, tudo torna-se simples. Os conceitos iniciais
de espaço e tempo são revigorados.


 


Fato: a gravidade é anulada pela velocidade.


 


A hipótese da expansão universal é o caminho mais
simples para a criação de uma teoria unificada.

V I D A

Vida vira velas,


velas viram vida.


Velas que revelam,


vida e velas vividas.


 


Velas e vida vivem


vida que ainda vale.


E, quando a vida vira velas,


as velas ainda vivas,


velam a vida que vivia.


 


VIVAS! À vida que convida.


VIVAS! Com vida e com velas.


Pois se viver a vida, já não vale,


vida e velas se vão.


 


Viva!